10/11/2020

MARCUS AMOROSO É O NOVO TÉCNICO DO BONSUCESSO

Foto: João Carlos Gomes/Bangu

Após Alexandre Rodrigues comandar o Bonsucesso interinamente contra o Audax/Miguel Pereira, o clube tem um novo treinador: Marcus Amoroso. Ele já dirigiu o time na derrota por 4 a 1 no clássico com o Olaria, no Estádio Joaquim Flores, em Nilópolis, pela Taça Corcovado.

Amoroso esteve no Timon-PI no início dessa temporada com a missão de livrar o time do rebaixamento no campeonato estadual. Foram apenas três jogos antes da paralisação devido à pandemia e três derrotas: 4 a 1 para o Altos, 3 a 1 para o Picos e 3 a 1 para o Flamengo-PI. Ele deixou o clube logo após a suspensão da competição.

Marcus Amoroso teve passagens também pelo Queimados, em 2016, categorias de base do Bangu e o Atlético Carioca, pela Série C do Rio de Janeiro.

O Campeonato Piauiense será retomado a partir do próximo dia 11 de novembro depois de oito meses de paralisação. O Timon-PI (lanterna com quatro pontos) tem um novo comandante: Dejair Ferreira, ex-Moto Club. No Bonsucesso, Amoroso tem pela frente ainda cinco rodadas do segundo turno. O Leão da Leopoldina é o 15º colocado com sete pontos na classificação geral. O Bonsuça está à frente do Campos e Nova Cidade (na zona de rebaixamento para a B2) pelos critérios de desempate. 

O próximo desafio será diante do Duque de Caxias, nesta quarta-feira, às 15h, no Marrentão. O adversário é o 4º colocado no Grupo A com seis pontos. O Rubro-Anil é o lanterna do Grupo B com apenas um.

09/11/2020

LEMBRA DELE? JADSON, EX-BONSUCESSO, ACERTA COM O VASCO APÓS PASSAGEM POR PORTUGAL

Você sabia que o novo reforço do Vasco passou pelo Bonsucesso? O zagueiro Jadson, de 29 anos, atuou pelo clube em 2015, antes da transferência para o Portimonense, de Portugal. Após cinco anos na Europa, o novo 'xerife' do sistema defensivo cruzmaltino retorna ao Brasil.

Ele foi um indicação do técnico Sá Pinto, que o enfrentou na 'terrinha'. O empréstimo é válido até o final do Campeonato Brasileiro. O jogador iniciou sua trajetória na base do America-RN e passou por America-RJ, Maricá e Angra dos Reis antes de ser contratado pelo Bonsucesso.

Em Portugal, Jadson tinha moral. Era capitão do Portimonense, disputou 150 jogos e marcou 14 gols. Pelo Leão da Leopoldina, ele atuou em 15 jogos pelo Campeonato Carioca. Inclusive, enfrentou o Vasco na derrota por 1 a 0 (gol de Gilberto), no Engenhão. No Cesso, o zagueiro esteve em campo durante os 90 minutos em todas as partidas. O que chamou a atenção durante sua passagem pelo Rubro-Anil foi a disciplina. Jadson recebeu apenas um cartão amarelo, no último jogo diante da Cabofriense.


À época, Jadson tinha prorrogado o contrato com o Bonsucesso com validade até 16 de janeiro de 2017, mas foi negociado no fim de julho de 2015. Os valores não foram divulgados pelo clube, que já tinha parceria com a L&S (confira o balanço financeiro abaixo). Atualmente, o zagueiro tem valor de mercado estimado em 600 mil euros. Ele tem contrato com o Portimonense até 4 de agosto de 2021. 

O Bonsucesso terminou a edição do Cariocão de 2015 na 12ª posição com 11 pontos. Entre os times de menor investimento, a equipe teve a terceira melhor defesa com 18 gols sofridos. Somente Madureira com 12 e Macaé com 14 foram melhores. Cabe ressaltar que na negociação com o Vasco, o Bonsucesso não tem direito ao mecanismo de solidariedade e formação, pois o atleta tinha 24 anos ao chegar à Teixeira de Castro. O artigo 21, anexo 5 do RSTP da FIFA diz que, o mecanismo é pago para clubes com jogadores de 12 a 23 anos.  






08/11/2020

BONSUCESSO É DOMINADO, PERDE CLÁSSICO E SE AFUNDA NA CRISE


Por: Renan Mafra
Fonte: Futebol do Rio


O Clássico da Leopoldina foi um monólogo. Dominando a partida praticamente inteira, o Olaria não deu chances para o Bonsucesso e com um show de Robinho, que marcou três vezes, o Azulão da Bariri goleou por 4 a 1 neste sábado (7) e jogou o rival para a lanterna da classificação geral da Série B1 do Campeonato Carioca.

As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira (11), às 15h, pela quinta rodada da Taça Corcovado. Enquanto o Bonsucesso vai até Xerém encarar o Duque de Caxias no Marrentão, o Olaria joga em seus domínios e recebe o Campos na Rua Bariri.

Olaria abre o marcador e perde chances para ampliar

O jogo começou com as equipes se estudando, se arriscando pouco e coube ao Olaria assustar primeiro com Gileard, em cabeçada que passou perto do travessão. Flávio Pará deu a resposta para o Bonsucesso, arriscou chute de longe, mas mandou pra fora. O gol saiu aos 28 minutos. Gustavo deu passe para Alexandre, que não perdoou, tirou do goleiro e abriu o placar para o Azulão da Bariri.

Após abrir o marcador, o Olaria teve duas excelentes oportunidades para ampliar com Gileard, mas o centroavante desperdiçou. Primeiro, ele recebeu de Alexandre, a zaga do Bonsucesso parou pedindo impedimento, ele avançou, bateu forte, mas isolou. Já no final do primeiro tempo, o passe foi de Gabriel Galhardo, o atacante ganhou na velocidade, invadiu a área, driblou o marcador, mas novamente finalizou por cima da meta e o primeiro tempo acabou 1 a 0.

Robinho dá show, marca três em 15 minutos e Olaria goleia

Logo no começo do segundo tempo, não teve gol perdido pelo Olaria. Gustavo deu ótimo passe para Robinho, que ganhou do marcador na velocidade e tocou na saída do goleiro para fazer 2 a 0. Mas não demorou muito e o Bonsucesso diminuiu. Anderson perdeu a bola para Wellington Júnior, que avançou, saiu na cara do goleiro e não desperdiçou. Mas o sistema defensivo do Cesso falhou de novo e o Azulão da Bariri fez mais um.

Aos nove minutos, Gabriel Galhardo fez lançamento primoroso para Robinho, que dominou e marcou mais um. E o dia era dele. Robinho roubou a bola de Biano, avançou, invadiu a área e para não perder o costume, tirou do goleiro e fez seu hat-trick, fazendo 4 a 1 para o Olaria. A goleada estava consolidada, mas o Azulão da Bariri não tirava o pé. Alexandro recebeu dentro da área, bateu cruzado, mas João Paulo desviou com o pé, a bola bateu na trave e a defesa afastou o perigo.

Apesar da grande atuação do Olaria, o dia não era de Gileard. Ele fez boa jogada individual, finalizou da entrada da área e a bola entrou, mas antes ela desviou em Robinho, que estava impedido, e o gol foi anulado. Nos minutos finais, o Olaria apenas administrou a posse de bola e sem ser incomodado pelo Bonsucesso, confirmou a goleada por 4 a 1.

FICHA TÉCNICA

Bonsucesso 1×4 Olaria (Taça Corcovado – 4ª rodada)

Data: 07 de novembro de 2020 às 15h
Estádio: Joaquim de Almeida Flores (Nilópolis-RJ)
Árbitro: João Batista de Arruda
Assistentes: Diego César Borges Aloe e Lucas Leite Padilha

Bonsucesso: João Paulo; Dão (Biano, intervalo), João, Vladimir e Moraes (Rondônia, 29’/2ºT); Lucas Lima, Yago Neto (Juninho, 5’/2ºT) e Flávio Pará; Marlon (Leyvison, 5’/2ºT), Wellington Júnior e Matheus Bastos (Léo, 29’/2ºT). Técnico: Marcos Amoroso.

Olaria: Jefferson, Victinho, Christian Santiago, Anderson e Flavinho; Gustavo, Gabriel Galhardo, Robinho (Sathler, 43’/2ºT) e Alexandro (Pedrinho, 36’/2ºT); Rhay e Gileard (Allan, 36’/2ºT). Técnico: Palhinha.

Cartões Amarelos: Léo, Matheus Bastos, Vladmir e Wellington Júnior (BON); Gileard e Victinho (OLA)

Gol: Alexandre, 28’/2ºT (0-1); Robinho, 4’/2ºT (0-2); Wellington Júnior, 7’/2ºT (1-2); Robinho, 9’/2ºT (1-3); Robinho, 15’/2ºT (1-4)

07/11/2020

O MELANCÓLICO BONSUCESSO X OLARIA É DESTAQUE DO SÁBADO


Por: Gabriel Andrezo
Fonte: Futebol do Rio


Já foi o tempo em que Bonsucesso e Olaria se enfrentavam em jogos que chamavam a atenção dos torcedores, fosse em Teixeira de Castro, na Bariri ou até numa velha preliminar no Maracanã. A Leopoldina já parou, algumas vezes, para ver o clássico entre seus clubes mais tradicionais, muitas vezes até pela primeira divisão do Campeonato Carioca. Mas a realidade de 2020 é completamente diferente e o confronto entre os dois clubes, neste sábado (7/11), pela Série B1 do Carioca, tem tudo para ser o mais melancólico de todos os tempos: estádio vazio por causa da pandemia, mando de campo na Baixada Fluminense e duas equipes desesperadas para evitar um rebaixamento quase certo, quer seja para a terceira ou até para a quarta divisão do Estadual.

Olhando para o atual contexto, quase não parece que este confronto já tem mais de um século de história. Foi em 1916, no antigo campo do Olaria, que o primeiro jogo entre os times foi realizado, com vitória do Bonsuça por 4 a 1. Naquela altura, eram clubes com poucos anos de fundação, mas a história de ambos foi se escrevendo ao longo das décadas e, muitas vezes, em confrontos entre eles. Foi assim na inauguração do atual Estádio Leônidas da Silva, que viu um de seus Clássicos da Leopoldina mais marcantes, com novo triunfo rubro-anil.

Mas, no retrospecto histórico, a vantagem é do Olaria: são 46 vitórias, contra 37 do Cesso e mais 40 empates. Um invejável número de 123 confrontos em 104 anos: poucos são os duelos no Rio de Janeiro, sobretudo entre clubes de menor investimento, a terem sido repetidos tantas vezes. Sem contar nos grandes craques e ídolos que atuaram nestes duelos: Leônidas da Silva, Gradim, Pompéia, Cané, Esquerdinha, Nelinho, Murilo, Roberto Pinto, entre outras feras que desfilaram seu futebol em jogos de tamanha tradição, muito embora os torcedores dos dois lados tenham um histórico recente de boas relações e amizade.


Passado glorioso, presente frustrante

Quem vê tanta história e momentos marcantes entre Bonsucesso e Olaria nem imagina que o momento hoje é provavelmente o mais grave dos dois clubes. Ambos estão na segunda divisão do Carioca e lutam para não piorar ainda mais este panorama. Na classificação atual, tanto rubro-anis quanto alvianis ainda se permitem sonhar com uma vaga na semifinal da Taça Corcovado, o segundo turno da Segundona. Mas a realidade da classificação geral é assustadora, com o Cesso em 13° lugar e o Azulão em 15°. Isto significa que ambos estão na zona de queda para a Terceirona, devido às mudanças que acontecerão nas divisões inferiores a partir de 2021. Pior: ambos rondam outra zona de degola, esta para a Quartona, atualmente ocupada por Nova Cidade e Campos.

Internamente, também está difícil. O Bonsucesso já trocou de técnico três vezes durante o campeonato e perdeu quase todos os seus jogadores ainda no primeiro turno devido a dívidas deixadas por um antigo grupo gestor. Com isso, um grupo de atletas totalmente novo precisou ser montado às pressas. Além disso, o time já completou seis anos sem jogar em casa, já que o clube não consegue os laudos técnicos para o Leônidas da Silva. No Olaria, os problemas começaram ainda antes do campeonato, com duas trocas de treinador até que o supervisor Cláudio Campos (que já deixou o clube) assumisse a equipe. Em campo, só uma vitória em 11 jogos fizeram os torcedores protestarem, sobretudo após a última derrota, para o Nova Iguaçu.

Cair para a Terceirona é algo que o Bonsucesso já experimentou em sua história. O Olaria nunca foi abaixo do segundo nível. Quem perder o jogo deste sábado, no Joaquim Flores, terá que correr contra uma inimaginável Quartona ao fim de 16 rodadas. De todo jeito, o clima para o confronto entre os leopoldinenses não será só de “tudo ou nada”, mas de melancolia, diante do tamanho da história entre os lados envolvidos.

A Rádio Jovem Carioca transmite a partir a partir das 14h45. Clique aqui para acompanhar!

05/11/2020

BONSUCESSO SE APROXIMA PERIGOSAMENTE DA ZONA DE REBAIXAMENTO. ENTENDA POR QUE O CLUBE PODE IR PARA A 4ª DIVISÃO

 

Sem vencer há oito jogos e em 13º na classificação geral com sete pontos, o Bonsucesso se aproximou perigosamente dos dois últimos colocados da Série B1. Apenas um ponto separa o Leão da Leopoldina do Campos e Nova Cidade. Olaria também com seis pontos e São Gonçalo, com sete (saldo de gols -8 contra -5), ainda estão abaixo do clube da Teixeira de Castro, mas todos com a corda no pescoço. Com seis rodadas pela frente será um 'salve-se quem puder'. 

O Bonsucesso ainda enfrenta Olaria, no próximo sábado, no Joaquim Flores, Duque de Caxias, dia 11, Rio São Paulo, dia 14, Maricá, dia 18, Gonçalense, dia 21 e Serrano, dia 25, pela Taça Corcovado.

A Série B1 de 2020 tem uma peculiaridade. Ela ditará os clubes que irão participar da criação de novas divisões de acesso na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro a partir do ano que vem. Em 2021, haverá a Série A2 com apenas 12 participantes. As transformações das divisões se darão em A1, A2, B1, B2 e C (5ª Divisão).

Atualmente, a Série B1 é formada por 17 clubes. No Grupo A, são nove equipes. O Grupo B é composto por oito. No cenário otimista, as duas equipes que chegarem às finais estarão automaticamente classificadas para a Seletiva do Cariocão de 2021, porém, as duas últimas estarão rebaixadas. O detalhe é que a B2 será popularmente conhecida como a 4ª Divisão.

No regulamento da atual competição, a FERJ detalha no artigo 3º como a Série A2 será composta:

I – 5 (cinco) associações de pior classificação na Fase Preliminar (Seletiva) do Campeonato Estadual da Série A de Profissionais da Temporada 2020/2021;

II – 1 (uma) associação. A pior classificada na Fase Principal do Campeonato Estadual da Série A de Profissionais da Temporada 2020/2021;

II – 6 (seis) associações melhor classificadas no Campeonato Estadual da Série B1 de Profissionais de 2020, que não tiverem se qualificado para a disputa da Fase Preliminar do Campeonato Estadual da Série A (A1) de Profissionais da Temporada 2020/2021.

Ou seja, do 3º ao 8º colocado, serão os clubes garantidos na Série A2 (2ª Divisão) em 2021. Do 9º ao 15º colocado, serão os clubes que participarão da Série B1 (3ª Divisão). Já o 16º e o 17º, serão rebaixados para a B2, ou seja, a 4ª Divisão.

Em contato com o diretor de competições da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Vianna afirmou que a falta de acordo para direitos de transmissão do Estadual a partir da próxima temporada após o rompimento com a TV Globo não irá afetar o planejamento da entidade para a conclusão da formatação das competições.

"A programação está mantida. A Série A será dividida em dois campeonatos - A1 e A2. A Série B será dividida em dois campeonatos - B1 e B2. E terá a Série C que dará início ao ciclo que o clube pode galgar até chegar a Série A. Vocês chamarão de Primeira Divisão, Segunda, Terceira e Quarta... Não fomos afetados por causa do contrato (de direitos de transmissão). A gente segue buscando recursos. A área comercial e de marketing seguem trabalhando com a certeza que no futuro teremos novos contratos. Não digo apenas um, mas novos. Toda a programação que foi estabelecida e seus regulamentos com quem sobe e quem desce será mantida. O calendário de 2021 será em breve anunciado nesse formato", disse com exclusividade ao Fanáticos pelo Cesso

Confira abaixo o vídeo do site Futebol do Rio que detalha em gráfico como serão as divisões do Campeonato Carioca a partir do ano que vem.  

04/11/2020

BONSUCESSO PERDE PARA O AUDAX E SOMA OITO JOGOS CONSECUTIVOS SEM VITÓRIA NO CARIOCA DA B1



Em um jogo muito movimentado, o Bonsucesso perdeu para o Audax/Miguel Pereira por 2 a 1, no Estádio do Avelar, nesta quarta-feira, pela terceira rodada da Taça Corcovado, no Campeonato Carioca da Série B1. O time do Sul do Rio de Janeiro fez dois gols no primeiro tempo com Giovanni aos 31 minutos e Felipe Araújo aos 37. Juninho ainda descontou na etapa complementar aos 12.

O Audax/Miguel Pereira começou muito bem e 'massacrou' o Bonsucesso no início do jogo. Além dos dois gols, o time comandado por Mario Martins ainda acertou a trave três vezes, perdeu um pênalti com Felipe Araújo e parou nas defesas do goleiro João Paulo. O Leão da Leopoldina não finalizou uma vez sequer.


No segundo tempo, o novo comandante do Rubro-Anil, Alexandre Rodrigues mexeu na equipe e o Bonsuça cresceu. O clube conseguiu descontar com Juninho, pressionou, teve chances para empatar, porém, saiu de campo sem conquistar a primeira vitória no segundo turno do Estadual.

O Bonsucesso acumula oito jogos consecutivos sem vencer. Com a derrota, se mantém com sete pontos na classificação geral e com apenas um ponto no Grupo B da Taça Corcovado. O Rubro-Anil volta a campo sábado (7), no clássico com o Olaria, às 15h, no Joaquim Flores, em Nilópolis.

Confira abaixo os demais resultados da rodada:

Audax/Miguel Pereira 2x1 Bonsucesso
Duque de Caxias 3x1 Angra dos Reis
Olaria 1x3 Nova Iguaçu
Serra Macaense 3x1 Campos
Nova Cidade 0x5 Sampaio Correa
Serrano 1x1 Goytacaz
Maricá 1x0 São Gonçalo


AUDAX PROMETE SER JOGO DIFÍCIL PARA O BONSUCESSO NA B1

Bonsucesso perdeu para o Serra Macaense por 1 a 0 na última rodada
Foto: Fábio Rodrigues 

Já sem o técnico Rogério Pina, demitido após a derrota para o Serra Macaense, o Bonsucesso entra em campo nesta quarta-feira, contra o Audax/Miguel Pereira, às 15h, no Estádio Avelar, pela terceira rodada da Taça Corcovado. Com apenas um ponto no Grupo B, o Rubro-Anil precisa da vitória fora de casa para manter o sonho da classificação às semifinais e também se afastar do risco de descenso.

A diretoria não divulgou quem será o novo treinador e o time deve ser comandado por um integrante da comissão técnica permanente. O clube não conseguiu regularizar Leandro, Dieguinho e Wildson para a partida. Os três aguardam a documentação de transferência das respectivas Federações do Mato Grosso, Maranhão e Piauí. 

O Audax terminou na 3ª posição do Grupo A na Taça Santos Dumont com 15 pontos, um a menos que o Gonçalense, que foi para a semifinal. No 2º turno, o time da 'Sendolândia' soma três pontos em dois jogos. Venceu o Angra dos Reis (3 a 0) e perdeu para o Nova Iguaçu (1 a 0). Na classificação geral, o Audax é o terceiro colocado com 18 pontos. O Bonsucesso é o 13º com sete (os dois últimos colocados estarão rebaixados).

A equipe tem dois jogadores que brigam pela artilharia da competição. Felipe Araújo tem quatro gols e Carreira balançou as redes três vezes. Alexandro, ex-Botafogo, e atualmente no Sampaio Correa, tem seis. 

Rodrigo Souza Soares será o árbitro. Ele será auxiliado por Renan de Oliveira Chaves e Daniel Botelho Rodrigues. Não há árbitro de vídeo na Série B1 do Campeonato Carioca.

A rodada teve início ontem (3) com o empate entre o Rio São Paulo e Artsul em 0 a 0, na Bariri. Na Taça Corcovado, os times de um grupo enfrentam as equipes do outro.

Você acompanha o jogo através da Rádio Jovem Carioca com a narração de Júlio César Ferreira, comentários de Fabinho Pinho e reportagens de Marcelino Santana. Clique aqui para ouvir a transmissão. 

02/11/2020

APÓS DOIS JOGOS, ROGÉRIO PINA É DEMITIDO NO BONSUCESSO

Rogério Pina comandou o Bonsucesso em apenas dois jogos
Foto: Divulgação

O Bonsucesso demitiu seu terceiro técnico na Série B1. Rogério Pina não resistiu a derrota por 1 a 0 para o Serra Macaense e foi comunicado do seu desligamento na manhã desta segunda-feira na Teixeira de Castro. A saída foi em comum acordo. Ele já tinha comandado a equipe na 1ª rodada da Taça Corcovado (empate com o Nova Cidade por 1 a 1). Além dele, o preparador físico Wagner Silva e o preparador de goleiros Gandhi Bidart também devem deixar a comissão técnica. 

Antes da saída de Rogério Pina, o Bonsucesso já havia desligado toda a comissão técnica de Ney Barreto e o treinador Paulo Veltri, ambos na Taça Santos Dumont. 

O Bonsucesso volta a campo na próxima quarta-feira, contra o Audax/Miguel Pereira, no Estádio Avelar, às 15h. O clube ainda não confirmou quem vai comandar o time.

31/10/2020

CESSO ENCARA O SERRA MACAENSE EM BUSCA DA PRIMEIRA VITÓRIA


Rogério Pina estreou diante do Nova Cidade
Foto: Divulgação

O Bonsucesso encara o Serra Macaense neste sábado, no estádio Joaquim Flores, às 15h, pela 2ª rodada da Taça Corcovado. O técnico Rogério Pina tem três reforços à disposição: o goleiro Leandro, de 29 anos, o zagueiro João Pedro, de 24 anos, e o atacante Marlon, de 25. Os três estavam sem clube, segundo o site "O Gol".

Leandro teve passagens pelo Assisense, Angra dos Reis, Queimados e Duque de Caxias. João Pedro passou Queimados, Botafogo-SE, Gonçalense, CF Rio de Janeiro e Princesa. Já Marlon atuou pelo Barcelona-RJ e Cascavel. 

De acordo com o BIRA da FERJ, o Rubro-Anil ainda tem três jogadores (Dieguinho, Leandro Ignacio e Wildson Jr.) pendentes da transferência das respectivas federações que estavam vinculados.

No empate com o Nova Cidade por 1 a 1, na estreia do segundo turno do Carioca da B1, a comissão técnica contou com 20 jogadores à disposição. Foi a primeira vez que José Agnaldo de Sena constou na súmula como gestor de futebol do Bonsucesso. Anteriormente, na partida contra o Angra dos Reis, Lorran Sena já aparecia como diretor de futebol. 


A nova administração do clube comunicou à FERJ que mandará os jogos no estádio Joaquim Flores, em Nilópolis. O estádio na Teixeira de Castro carece de reformas estruturais e laudos técnicos para receber partidas. O Leônidas da Silva não recebe um confronto do time da casa há seis anos. Cabe ressaltar que, os jogos do Campeonato Carioca da B1 são realizados com portões fechados, seguindo as normas de segurança contra a COVID-19. 

Com um ponto, o Bonsucesso é o 4º colocado no Grupo B da Taça Corcovado. No geral, o time é o 13º com sete pontos.

30/10/2020

EM CASA? BONSUCESSO MANDARÁ JOGOS NO JOAQUIM FLORES

Foto: Caio Almeida

Depois de superar um W.O. na penúltima rodada da Taça Santos Dumont e viver uma enorme crise interna, com debandada de atletas e comissão técnica, o Bonsucesso terá novas mudanças no seu horizonte. A partir da próxima rodada do segundo turno da Série B1, o Rubro-Anil irá mandar os seus jogos no Estádio Joaquim Flores, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. A praça pertence ao Nova Cidade e já abrigou, ao longo dos anos, equipes como Rio São Paulo, 7 de Abril, Queimados, Ação, Profute e Tomazinho.

Como levantado pela equipe do FUTEBOLDORIO.COM, o Bonsucesso não atua no seu histórico estádio, o Leônidas da Silva, na Rua Teixeira de Castro, há seis anos, por falta de laudos técnicos exigidos pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ). Deste então, o clube virou um nômade quando mandante. Por muito tempo, mandou jogos em Moça Bonita, casa do Bangu, e até no estádio do maior rival, a Bariri, do Olaria. No início desta edição da Série B1, o Bonsucesso mandou um jogo na casa de outro rival, desta vez, o America. O Giulite Coutinho foi o local da partida de estreia diante do Nova Iguaçu.

O impasse da Teixeira de Castro

A situação financeira do Bonsucesso, com dívidas trabalhistas junto a funcionários e outros débitos a serem pagos, parece ser o principal motivo para que os jogos não possam acontecer em Teixeira de Castro. Ao menos, é o que dizem pessoas próximas ao clube. O FUTEBOLDORIO.COM apurou que chega a quase R$ 15 mil a estimativa de despesa para liberar o estádio para jogos oficiais. Campeão da Copa Rio do ano passado, o Bonsucesso tinha direito a uma vaga na Copa do Brasil e a uma premiação de R$ 500 mil, mas desistiu da competição, o que nem chegou a ser anunciado oficialmente e só foi descoberto quando o clube não constava no sorteio da Copa, substituído pelo Boavista, terceiro colocado da Copa Rio.

Para 2020, o Rubro-Anil consegue, ao menos, realizar seus treinamentos em Bonsucesso, após alguns anos utilizando as instalações da Aeronáutica, no Campo dos Afonsos, Zona Oeste do Rio. A espera da torcida para ver o Cesso em casa, no entanto, ainda segue: mesmo que só haja a exigência de dois laudos técnicos para receber jogos (mesmo de portões fechados) na atual temporada, os dos Bombeiros e da Vigilância Sanitária, não há previsão de que tais documentos possam ser liberados até o fim da Segundona, programado para 16 de dezembro. Enquanto isso, o Leão da Leopoldina busca novos rumos na Baixada Fluminense.

O Bonsucesso recebe o Serra Macaense, no Joaquim Flores, no sábado (31), às 15h.


Fonte: Futebol do Rio