O atacante Daniel Índio morreu na madrugada da última segunda-feira, no Rio de Janeiro, aos 31 anos. O jogador defendeu o Bonsucesso em 2023 durante a campanha da Série B2 do Carioca. Foram sete partidas com um gol marcado diante do Barra Mansa. Ele foi indicado pelo técnico Cleimar Rocha após uma boa passagem pelo America.
O atacante, porém, acabou sendo afastado durante sua vinda ao clube por conta de atos de indisciplina. Após deixar a Leopoldina, Daniel Índio ainda jogou pelo Mageense em 2024. Foram oito jogos com cinco gols e uma assistência.
Segundo relatos, o jogador foi encontrado morto de forma banal. O motivo de tal crime não foi revelado. Desempregado, Daniel Índio tinha sido abraçado pela SAFERJ, o Sindicado dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e usava a estrutura do CT para manter a forma. Em nota, a entidade lamentou a morte do atacante.
"Hoje nos despedimos do Índio, que nos deixou de forma inesperada.
Um atleta que fez parte da nossa história aqui no SAFERJ, deixando sua marca dentro e fora de campo.
Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.
Seguiremos lembrando do seu legado, da sua entrega e da sua caminhada conosco.
Segundo uma fonte que acompanhou o jogador na Teixeira de Castro, ele tinha futuro brilhante, mas infelizmente não conseguiu se livrar dos 'perigos da vida'.
"Teve uma excelente fase no Vasco. Ele começou bem (no Bonsucesso), na estreia sofreu o pênalti contra o São Cristóvão, contra o Barra Mansa fez um gol. Era bom rapaz. Mas era ruim somente pra ele. A partir do terceiro jogo, ele começou a faltar treinos e chegar atrasado. Vi poucos jogadores fazerem um 'facão' em velocidade como ele. Uma mudança de direção em velocidade absurda", revelou ao blog.
Daniel Índio era natural do bairro Praça 14, na Zona Central de Manaus. Destaque das categorias de base do Vasco, ele foi promovido aos profissionais em 2014 pelo técnico Adilson Batista. Apesar disso, não chegou a jogar pelo time principal.
O jogador chegou aos 14 anos a São Januário. No fim de 2015, ele não teve o contrato renovado. Posteriormente, defendeu o Boavista, Marília, Santa Rita, Artsul, Vasco da Gama Vidigueira-POR, Rio São Paulo, Juventus-RJ, Nova Venécia, Amazonas-AM e Rio de Janeiro até desembarcar no Giulite Coutinho em 2023.
Nas redes sociais, alguns ex-companheiros de base lamentaram a morte de Daniel Índio como Guilherme Costa e Renato Kayzer.
O jogador chegou aos 14 anos a São Januário. No fim de 2015, ele não teve o contrato renovado. Posteriormente, defendeu o Boavista, Marília, Santa Rita, Artsul, Vasco da Gama Vidigueira-POR, Rio São Paulo, Juventus-RJ, Nova Venécia, Amazonas-AM e Rio de Janeiro até desembarcar no Giulite Coutinho em 2023.
Nas redes sociais, alguns ex-companheiros de base lamentaram a morte de Daniel Índio como Guilherme Costa e Renato Kayzer.























