31/10/2020

CESSO ENCARA O SERRA MACAENSE EM BUSCA DA PRIMEIRA VITÓRIA


Rogério Pina estreou diante do Nova Cidade
Foto: Divulgação

O Bonsucesso encara o Serra Macaense neste sábado, no estádio Joaquim Flores, às 15h, pela 2ª rodada da Taça Corcovado. O técnico Rogério Pina tem três reforços à disposição: o goleiro Leandro, de 29 anos, o zagueiro João Pedro, de 24 anos, e o atacante Marlon, de 25. Os três estavam sem clube, segundo o site "O Gol".

Leandro teve passagens pelo Assisense, Angra dos Reis, Queimados e Duque de Caxias. João Pedro passou Queimados, Botafogo-SE, Gonçalense, CF Rio de Janeiro e Princesa. Já Marlon atuou pelo Barcelona-RJ e Cascavel. 

De acordo com o BIRA da FERJ, o Rubro-Anil ainda tem três jogadores (Dieguinho, Leandro Ignacio e Wildson Jr.) pendentes da transferência das respectivas federações que estavam vinculados.

No empate com o Nova Cidade por 1 a 1, na estreia do segundo turno do Carioca da B1, a comissão técnica contou com 20 jogadores à disposição. Foi a primeira vez que José Agnaldo de Sena constou na súmula como gestor de futebol do Bonsucesso. Anteriormente, na partida contra o Angra dos Reis, Lorran Sena já aparecia como diretor de futebol. 


A nova administração do clube comunicou à FERJ que mandará os jogos no estádio Joaquim Flores, em Nilópolis. O estádio na Teixeira de Castro carece de reformas estruturais e laudos técnicos para receber partidas. O Leônidas da Silva não recebe um confronto do time da casa há seis anos. Cabe ressaltar que, os jogos do Campeonato Carioca da B1 são realizados com portões fechados, seguindo as normas de segurança contra a COVID-19. 

Com um ponto, o Bonsucesso é o 4º colocado no Grupo B da Taça Corcovado. No geral, o time é o 13º com sete pontos.

30/10/2020

EM CASA? BONSUCESSO MANDARÁ JOGOS NO JOAQUIM FLORES

Foto: Caio Almeida

Depois de superar um W.O. na penúltima rodada da Taça Santos Dumont e viver uma enorme crise interna, com debandada de atletas e comissão técnica, o Bonsucesso terá novas mudanças no seu horizonte. A partir da próxima rodada do segundo turno da Série B1, o Rubro-Anil irá mandar os seus jogos no Estádio Joaquim Flores, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. A praça pertence ao Nova Cidade e já abrigou, ao longo dos anos, equipes como Rio São Paulo, 7 de Abril, Queimados, Ação, Profute e Tomazinho.

Como levantado pela equipe do FUTEBOLDORIO.COM, o Bonsucesso não atua no seu histórico estádio, o Leônidas da Silva, na Rua Teixeira de Castro, há seis anos, por falta de laudos técnicos exigidos pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ). Deste então, o clube virou um nômade quando mandante. Por muito tempo, mandou jogos em Moça Bonita, casa do Bangu, e até no estádio do maior rival, a Bariri, do Olaria. No início desta edição da Série B1, o Bonsucesso mandou um jogo na casa de outro rival, desta vez, o America. O Giulite Coutinho foi o local da partida de estreia diante do Nova Iguaçu.

O impasse da Teixeira de Castro

A situação financeira do Bonsucesso, com dívidas trabalhistas junto a funcionários e outros débitos a serem pagos, parece ser o principal motivo para que os jogos não possam acontecer em Teixeira de Castro. Ao menos, é o que dizem pessoas próximas ao clube. O FUTEBOLDORIO.COM apurou que chega a quase R$ 15 mil a estimativa de despesa para liberar o estádio para jogos oficiais. Campeão da Copa Rio do ano passado, o Bonsucesso tinha direito a uma vaga na Copa do Brasil e a uma premiação de R$ 500 mil, mas desistiu da competição, o que nem chegou a ser anunciado oficialmente e só foi descoberto quando o clube não constava no sorteio da Copa, substituído pelo Boavista, terceiro colocado da Copa Rio.

Para 2020, o Rubro-Anil consegue, ao menos, realizar seus treinamentos em Bonsucesso, após alguns anos utilizando as instalações da Aeronáutica, no Campo dos Afonsos, Zona Oeste do Rio. A espera da torcida para ver o Cesso em casa, no entanto, ainda segue: mesmo que só haja a exigência de dois laudos técnicos para receber jogos (mesmo de portões fechados) na atual temporada, os dos Bombeiros e da Vigilância Sanitária, não há previsão de que tais documentos possam ser liberados até o fim da Segundona, programado para 16 de dezembro. Enquanto isso, o Leão da Leopoldina busca novos rumos na Baixada Fluminense.

O Bonsucesso recebe o Serra Macaense, no Joaquim Flores, no sábado (31), às 15h.


Fonte: Futebol do Rio

29/10/2020

BONSUCESSO ASSUME DÍVIDA NA JUSTIÇA COM EX-JOGADOR, NÃO PAGA E ISENTA A EMPRESA L&S DE CULPA

O Bonsucesso agoniza perante a falta de recursos e ações trabalhistas movidas contra a instituição ao longo dos últimos anos. Uma delas chama a atenção. Em outubro de 2017, os advogados do jogador Igor Luiz Erasmo Ribeiro impetraram na justiça uma ação contra o clube e a L&S, empresa de Marcelo Salgado, gestor do futebol, por atrasos salariais. O atleta que tinha assinado contrato entre 22/06/2015 a 21/06/2018, recebia um salário base (R$880,00), porém a diretoria não arcou com vencimentos durante parte do período. Nos autos do processo, constam o inadimplemento das seguintes verbas trabalhistas (confira abaixo).

Na ação, Igor Luiz Ribeiro alega que jamais recebeu salários, férias vencidas mais 1/3 constitucional, 13º salários, depósitos fundiários, tampouco teve o recolhimento das contribuições previdenciárias e pede a rescisão unilateral do contrato além de relatar assédio moral já que desde o início de 2016, o clube o impediu de treinar com os demais atletas, inclusive o proibindo de acessar as dependências do estádio. Na soma total, o valor do processo ultrapassava a casa dos R$520 mil.

No dia 15 de janeiro de 2018, Igor Luiz Ribeiro teve deferida a tutela do passe para a rescisão unilateral do contrato com o Bonsucesso através da 24ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, mas os problemas não pararam por aí. Diante do imbróglio que destituiu o ex-presidente Zeca Simões, que foi substituído por Ary Amâncio à frente do Bonsucesso por ordem judicial, o novo dirigente assumiu às rédeas do caso sob orientações do então advogado José Ricardo Leite de Brito.


Em 1º de março de 2018, o Bonsucesso alegou que o jogador ‘firmou contrato de prestação de serviço pelo período de 22/06/2015 a 03/04/2017, mediante salário mensal de R$ 800,00, ocasião em que não mais compareceu na sede do clube reclamado para receber os seus direitos resilitórios.’

Tivemos acesso ao contrato da L&S com o Bonsucesso, que estabelece na cláusula terceira que, a empresa de Marcelo Salgado se comprometeu integralmente, em cumprir todas as responsabilidades trabalhistas. O contrato salienta ainda que a L&S detém um percentual de 95% de todas as cotas de televisão da TV Globo, repassadas pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, rendas de jogos, publicidades e exploração do clube (confira abaixo o contrato).







Em contato com à Rádio Globo/CBN, o advogado Júlio César Martins, que representa Igor Luiz Ribeiro, afirmou que a L&S era responsável pelo pagamento dos salários e encargos no clube durante o período de contrato do jogador.

"O jogador procurou à justiça porque ele queria exercer sua profissão e o clube não deixava ele treinar nem o liberou para outro time. O contrato dele era com o Bonsucesso. Se iniciou em 2015 e no período em que ele estava lá, a L&S fazia a gestão do clube, sendo ela a responsável por assumir os salários e encargos de todos os atletas que tinham contrato com o Bonsucesso. A L&S arrendou as divisões de base e a empresa que chegou no sub-20, impediu o acesso de todos os jogadores do Bonsucesso de participarem dos treinos", disse.

Em uma das reuniões de conciliação que terminou sem acordo, o próprio advogado do Bonsucesso havia citado a relação com a empresa quanto ao pagamento das obrigatoriedades no departamento de futebol.



Os advogados de Igor Luiz Ribeiro ainda apontam que a L&S não é registrada na CBF e não está habilitada para ser intermediária de jogadores. A Confederação Brasileira de Futebol, inclusive, ingressou como parte interessada no processo. Diante das acusações, a juíza Amanda Diniz Silveira convocou os representantes da L&S Assessoria Empreendimentos e Participações LTDA a prestarem esclarecimentos, porém, os oficiais não encontraram Marcelo Salgado no endereço da empresa.

No dia 22 de outubro de 2018, o vice-presidente geral do Bonsucesso, Nilton Ricardo Bittar, ingressou com um substabelecimento, desistindo da acusação contra a L&S, então responsável por todos os pagamentos e encargos, conforme estava em contrato já apresentado pelo 'Fanáticos pelo Cesso'.



Júlio César Martins se disse surpreendido ao longo do processo com a decisão do vice-presidente do Bonsucesso, Nilton Bittar, que eximiu a L&S de responsabilidade sobre os pagamentos e por fim, coube a instituição o ônus pelo pagamento do acordo.

"Houve surpresa até ao magistrado pelo contrato que está nos autos. É impensável um vice-presidente eleito transferir uma responsabilidade que já não era mais do clube para o seu próprio clube. Ou seja, fico livre de uma dívida, chego no processo e pego essa dívida de novo? É uma coisa absurda. É totalmente inédito. Ficamos sem entender essa parte", disse à Rádio Globo/CBN.

Apesar da decisão interposta por Nilton Bittar, a justiça manteve a L&S no processo. Apuramos que na presença da juíza que acompanhou o caso, o presidente Ary Amâncio chegou a negar que conhecesse Marcelo Salgado, porém, a defesa do ex-jogador anexou fotos que comprovam a relação entre a diretoria do clube e os gestores do futebol.

No dia 28 de novembro de 2018, em sessão na 24ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, o presidente Ary Amâncio, o gestor Marcelo Salgado e o ex-jogador Igor Luiz Ribeiro ficaram frente à frente, e mediante aos fatos, a juíza Amanda Diniz Silveira determinou que o Bonsucesso pagaria R$30 mil em 15 parcelas de R$2 mil, todo dia 20, ou no primeiro dia útil subsequente, em recaindo em feriado ou final de semana, iniciando-se em 20/12/18, sob multa de 100% em caso de inadimplência. O clube, porém, só pagou a primeira parcela.

O ex-jogador novamente entrou com recurso na justiça no dia 23 de janeiro de 2019, três dias depois do vencimento da segunda parcela. A defesa ingressou com pedido de penhora e bloqueio de crédito, como por exemplo, a cota pela participação na Copa do Brasil de 2020, que o clube acabou desistindo de disputar após o título inédito da Copa Rio. No fim do ano passado, o valor corrigido da dívida se aproximava dos R$60 mil.

"Jamais iríamos imaginar que uma diretoria presidida por um senhor de mais de 70 anos iria perante ao juiz e a justiça para mentir. Ele descumpriu um acordo. É lamentável porque fere o nome da instituição. O Bonsucesso é um clube tradicional do subúrbio carioca. Esse fato não enganou somente ao jogador. Enganou também a justiça do Estado do Rio de Janeiro e deixou todos nós estarrecidos. O oficial de justiça penhorou as cadeiras do estádio Leônidas da Silva, não achamos justo com a história centenária do Bonsucesso, tentamos as vias normais com bloqueios de cotas da Copa do Brasil, o clube descumpriu o acordo, pagou apenas a primeira parcela e até agora mais nada. Estamos estudando o próximo passo com uma ação de fraude ao credor porque é impensável alguém ter R$500 mil a receber e abrir mão para outro clube", disse o advogado Júlio César Martins em referência a desistência do Bonsucesso pela vaga na Copa do Brasil (o Boavista acabou disputando a competição em 2020).

Tentamos contato com o presidente do Bonsucesso, Ary Amâncio, o vice-presidente Nilton Bittar e o gestor do futebol, Marcelo Salgado, porém, ninguém foi localizado. O advogado José Ricardo Leite de Brito disse que iria se manifestar posteriormente. 

Clique aqui e confira a matéria no site da Rádio Globo

BONSUCESSO USA UNIFORMES DA ANTIGA FORNECEDORA DE MATERIAL

O Bonsucesso utilizou os uniformes da Icone, antiga fornecedora de material esportivo, na estreia da Taça Corcovado, contra o Nova Cidade, 1 a 1, nesta quarta-feira (28/10). No último jogo contra o Angra dos Reis, pela Taça Santos Dumont, o Rubro-Anil recebeu a doação de dois kits da Carioca Sports para evitar usar a camisa com a logomarca do antigo gestor. Paulo Veltri foi responsável por conseguir com Flávio Almeida os uniformes, porém, o treinador foi demitido dias após o confronto. Pelo acordo verbal, o Bonsucesso ficaria responsável por adquirir uniformes de treino com desconto junto à Carioca Sport, mas o clube acabou por decidir usar os modelos anteriores. Confira a galeria de fotos de Fábio Rodrigues













 

28/10/2020

BONSUCESSO CEDE O EMPATE NA ESTREIA DA TAÇA CORCOVADO


O Joaquim de Almeida Flores recebeu um jogo emocionante na tarde desta quarta-feira (28). O Bonsucesso abriu o marcador no primeiro tempo, mas nos acréscimos da etapa complementar, o Nova Cidade buscou o empate e a partida acabou 1 a 1.

Na próxima rodada, o Bonsucesso volta a jogar no Joaquim de Almeida Flores, onde passará a mandar seus jogos, e encara o Serra Macaense, às 15h do sábado (31). No dia seguinte, o Nova Cidade vai até Cardoso Moreira enfrentar o Campos, no Estádio Antônio Ferreira de Medeiros, também às 15h.

Após boa troca de passes, Bonsucesso abre o marcador

Jogando em casa, o Nova Cidade começou tomando a iniciativa do jogo e assustou em um lance por acaso. Léo Júnior tentou cruzamento para a área, mas a bola tomou a direção do gol e só não entrou porque parou no travessão. Porém, aos poucos o Bonsucesso foi equilibrando a partida e conseguiu o gol aos 38 minutos.

Fabiano cobrou falta rápida para Guilherme na esquerda, e o lateral cruzou na medida para Wellington Júnior pegar de primeira e abrir o marcador. O Nova Cidade quase chegou ao empate com uma ajuda do adversário. Após cobrança de escanteio, Daniel Rosa cabeceou, João Paulo falhou, mas para a sua sorte, a bola bateu no travessão e o goleiro conseguiu fazer a defesa em seguida, conseguindo manter a liderança do Bonsucesso no placar.

Nova Cidade chega ao empate nos acréscimos

Perdendo o jogo, o Nova Cidade começou o segundo tempo pressionando e aos sete minutos, Lucas Moraes foi derrubado por Ferreira na área e o árbitro marcou pênalti. Porém, Diego Armando cobrou pra fora, a esquerda de João Paulo. Mesmo com a penalidade desperdiçada, o Quero-quero da Baixada seguia dominando a partida e assustou em arremate de Jean Cláudio, mas o goleiro defendeu firme.

O Bonsucesso até teve algumas chances de contra-ataques, mas não aproveitou e o Nova Cidade seguia com o domínio da partida. Mas a pressão do Nova Cidade seguiu até o final e o empate veio nos acréscimos. Jean Cláudio cobrou falta para área, Christian fechou na segunda trave e mandou para o fundo do gol, e o jogo acabou 1 a 1.


FICHA TÉCNICA

Nova Cidade 1×1 Bonsucesso (Taça Corcovado – 1ª rodada)

Data: 28 de outubro de 2020 às 15h

Estádio: Joaquim de Almeida Flores (Nilópolis-RJ)

Árbitro: Glauber do Amaral Cunha

Assistentes: Fabio Ramos França e Victor André Balbino Costa

Nova Cidade: Lucão; Ranieri (Jean Cláudio, intervalo), Caio e Daniel Rosa; Léo Junior (Cláudio, 28’/2ºT), Augusto, Jonathan Napu (Christian, 36’/2ºT), Lucas Morais e Farney; Diego Armando e Marreta (Isaque, intervalo). Técnico: Alexandre Carioca.

Bonsucesso: João Paulo; Jefferson, Rafael, Vladimir e Guilherme; Ferreira, Yago Neto e Fabiano (Matheus Santos, 22’/2ºT); Wellington Júnior (Agnaldo Júnior, 31’/2ºT), Vitinho (Moraes, 42’/2ºT) e Matheus Bastos (Leyvison, 42’/2ºT). Técnico: Rogério Pina.

Cartões Amarelos: Augusto e Léo Júnior (NCI); Ferreira e Vladimir (BON)

Gols: Wellington Júnior, 38’/1ºT (0-1); Christian, 49’/2ºT (1-1)

Por: Bernardo Oliveira
Fonte: Futebol do Rio

PREPARADOR DE GOLEIROS FRISA RESPONSABILIDADE NA B1: "TIRO CURTO. NÃO PODEMOS ERRAR"

Gandhi Bidart ao lado dos goleiros do Bonsucesso na B1 de 2020
Foto: Arquivo Pessoal

Chegou a hora! O Bonsucesso estreia nesta quarta-feira na Taça Corcovado diante do Nova Cidade, no Estádio Joaquim Flores, às 15h, com transmissão da Rádio Jovem Carioca. Depois de pouco mais de uma semana de trabalho, a comissão técnica de Rogério Pina colocará tudo em prática com um elenco remodelado sob a nova gestão da "Família Sena".

O Blog Fanáticos pelo Cesso dá sequência a série de entrevistas com os profissionais que chegaram ao clube para comandar o elenco na Série B1 e entrevista hoje o preparador de goleiros, Gandhi Bidart. 

Com passagens pelas divisões de base do Bangu, América e Portuguesa, Gandhi foi preparador também da base do Boavista e tem um projeto no Centro de Treinamentos para Goleiros do Brasil, em Curicica, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

À convite de Rogério Pina, Gandhi aceitou o desafio à frente dos goleiros do Bonsucesso no segundo turno do Carioca e comentou o trabalho com os 'paredões' do clube.

"Particularmente tive uma semana para trazer novos goleiros, conhecê-los e prepará-los. É um período muito curto. É complicado trabalhar após um 'furo' de gestão ou algo parecido que aconteceu no clube. Por uma indicação de um amigo estou nessa comissão. São amigos que estou conhecendo agora e são muito competentes. Está sendo prazeroso. Temos um bom diálogo e distribuímos muito bem as funções. É um tiro curto. Não temos possibilidade de poder errar. A gente vai tentar usar as melhores armas que nós temos para buscar os resultados e nos classificarmos na Taça Corcovado."

Gandhi Bidart explicou a dificuldade nesse início de trabalho para qualificar a meta rubro-anil já que na chegada da comissão faltavam peças no setor.

"Só tinha um goleiro quando eu cheguei. Ele (Thiago) estava inscrito e participou da relação do jogo contra o Angra. É um menino (25 anos) e estava na reserva do Léo Flores. Hoje, temos três novos goleiros: Carlão, de 35 anos, muito experiente e bem visto no Nordeste. Trouxemos um cara com qualidade muito boa e com liderança para esse período de adaptação. Além dele, temos o João Paulo, que chega para somar. O outro é o Leandro, com passagem pelo Boavista. Se tivermos possibilidade de trabalhar a longo prazo será importante porque ele tem um potencial incrível. São quatro no total com o Thiago (Aranha). Dará para trabalhar muito bem com eles. São jogadores com qualidade técnica. O Bonsucesso tem quatro goleiros com potencial para defender a meta da equipe."

Confira outros pontos da entrevista com o preparador de goleiros do Bonsucesso, Gandhi Bidart:

FANÁTICOS: O Bonsucesso não conta mais com o Léo Flores, que deixou o clube após os problemas administrativos na antiga gestão. O Rubro-Anil perde muito com a saída do experiente jogador?

GANDHI: "Ele é um goleiro muito experiente. Não perdemos somente ele, mas outros atletas do mesmo nível. Era uma equipe equilibrada. Não tive a oportunidade de trabalhar com o Léo Flores. O clube tem muito carinho e respeito por ele. Vamos tentar dar uma continuidade no trabalho com outros jogadores para a posição. Fará falta assim como os outros, mas temos que seguir. Os que estão têm muito potencial." 

FANÁTICOS: Os gramados da B1 não possuem um primor e o 'montinho artilheiro' é o que mais existe. O trabalho de reflexo com os goleiros é uma alternativa ainda mais importante para passar por cima dessa adversidade?

GANDHI: "Essa é a pergunta que deixa a gente muito preocupado. Há sempre o montinho artilheiro que faz a diferença nos jogos mais importantes. Toda a competição é prejudicada quando os gramados não são tão bons devido a baixa condição dos clubes de jogarem em casa e investirem. Mas, a tenho um perfil de trabalhar situações de jogo. Montamos o que pode acontecer durante as partidas. O trabalho de reação ajudará muito. Isso agrega demais. Essa adversidade vai servir para os dois lados. Vamos tentar amenizar todos os problemas e contar com a sorte. Goleiro que não tem sorte não pode ser goleiro (risos). Esperamos alcançar o objetivo com o Bonsucesso."   

FANÁTICOS: Em quem você se espelha na carreira?

GANDHI: "Acompanhei bem o Taffarel. Era simples, mas muito técnico. Ele tinha uma média pelo menos 7 em todos os jogos. Não era um goleiro presepeiro. Ele era super regular. Taffarel foi uma referência. Logo após, segui acompanhando muito o Júlio César. Hoje, tenho a possibilidade de estar junto, participando até de projetos. O Júlio foi um espelho quando eu estava jogando. Comecei muito novo. Com 23 anos já estava trabalhando (como preparador). Procurei estudar e me aprimorar com movimentos, por exemplo. Conseguimos trazer um pouco mais do futebol moderno aos nossos goleiros. Todo mundo pede isso. Contamos com o Centro de Treinamentos para Goleiros, o CTGB, aqui no Rio de Janeiro, onde estamos acompanhando diversos treinadores de goleiros e vamos extraindo um pouco de cada um deles."   

FANÁTICOS: O Bonsucesso tem um jogo marcado para às 10h contra o Maricá, dia 18. A preparação com os goleiros para partidas nesse horário é diferente?

GANDHI: "Jogo às 10h não será um grande problema porque treinamos pela manhã. O nosso maior desafio será jogar a estreia (15h). Temos feito um cronograma para que os atletas possam acordar, tomar café e treinar. A preparação de goleiros será super tranquila. É como se fosse um dia normal. Jogos à tarde, faremos um pré-jogo com movimentação, caso o clube nos dê esse suporte. Estamos bem preparados com apoio de todos da comissão. Se tudo correr como o previsto, esperamos que o Bonsucesso brigue pela vaga no Carioca."

CARAS NOVAS

A nova gestão do Bonsucesso inscreveu sete novos atletas no último dia 21 de outubro: os zagueiros Rafael Lima e Vladmir Bajsic; os volantes Gustavo Gazal e João Paulo; os meias Agnaldo e Mateus Bastos e o atacante Lucas Lima. Outros cinco jogadores aguardam a regularização no BIRA e não estarão à disposição nesta quarta-feira. São eles: o lateral Dieguinho; os meias Juninho e Vargas e os atacantes Marlon e Leandrinho.

27/10/2020

VETERANOS DO BONSUCESSO SE ORGANIZAM PARA JOGAREM EM 2021

Foto: Acervo Rubro-Anil

A nostalgia está no ar. Os ex-jogadores do Bonsucesso estão se reunindo para montar novamente o time de veteranos que irá levar o nome do clube para diversas partes do Rio de Janeiro. Devido à pandemia, o projeto encabeçado por Ailton Couto, ex-jogador rubro-anil, recuou, porém, alguns ex-atletas já toparam participar e reeditar algumas 'dobradinhas' nos gramados.

Ailton Couto afirmou ao Blog Fanáticos pelo Cesso que já há uma intenção de enfrentar o time de masters dos clubes grandes do futebol carioca em 2021. 

"Já temos um time, mas paramos de jogar devido à pandemia. Queremos voltar em 2021. Temos que nos organizar e providenciar novos uniformes. Estamos montando uma comissão para organizarmos os jogos. Eu estava sozinho à frente do projeto. Espero que possamos ter um grupo de no mínimo 50 pessoas", disse antes de complementar.

"O projeto é enfrentarmos os veteranos do Flamengo, Vasco e Fluminense. Tem um jogo quase certo em Pau Grande (terra de Garrincha)", complementou com um certo mistério no ar para não estragar a surpresa.

Ailton Couto espera que a divulgação das informações e com a intenção do projeto, outros ex-jogadores do Bonsucesso integrem a equipe. 

"Estou esperando o Maurício, Edson Souza, Delacir e o Roberto confirmarem. O Neilson já disse que está dentro. O Carlos Alberto falou que não tem como jogar, mas vai nos ajudar. O Paulo Roberto, Paulo César, Jaime, Jorge, Givaldo, Flávio, Márcio, Mineiro, Walmir, Luciano, Claudinho, Evaldo... já confirmaram", afirmou empolgado. 

O time profissional não joga em casa há seis anos, mas Ailton Couto tem esperanças para que os veteranos representem o clube no Leônidas da Silva:

"Se o grupo pudesse jogar na Teixeira de Castro seria ótimo", concluiu.

Através de mensagem, o ex-presidente Zeca Simões afirmou que tentará ajudar na confecção dos uniformes para o time de masters.  


VELTRI É DEMITIDO POR MENSAGEM DURANTE ANIVERSÁRIO DO FILHO

Paulo Veltri deixa o Bonsucesso após trabalhar apenas algumas semanas no clube
Foto: Reprodução


Na noite desta segunda-feira uma notícia pegou a todos de surpresa. Paulo Veltri anunciou que não faz mais parte do departamento de futebol do Bonsucesso e que foi demitido por mensagem durante o aniversário do filho. O profissional foi contratado no início da gestão da "Família Sena" para assumir o comando do time com debandada da comissão técnica de Ney Barreto. Ele esteve na Bariri durante o W,O para o Artsul e dirigiu a equipe na derrota para o Angra dos Reis, na última rodada da Taça Santos Dumont.

Dias depois, foi comunicado que não continuaria à frente do Bonsucesso. Internamente, ele ouviu dos gestores que eles procuravam um nome com mais experiência para dar sequência ao trabalho na Série B1. Foi proposto a Paulo Veltri uma nova função: coordenador de futebol. Mas o cargo não chegou a ser ocupado por ele. Confira abaixo a nota:

"Comunico que não faço mais parte do Bonsucesso FC. Aliás, não posso comunicar a saída porque não cheguei a entrar. 

Dia 12: Apresentação dos atletas de folga

Dia 13: Greve por salários da gestão anterior 

Dia 14: WO pra colocar no meu CV

Dia 15: Treino com 12 jogadores

Dia 16: Coletivo 

Dia 17: Jogo contra o Angra dos Reis, equipe postulante a uma das 2 vagas na semifinal. (Bonsucesso) com 16 jogadores, três volantes, um goleiro e um atleta machucado no banco e a derrota por 2 a 1 aos 38 do 2º tempo. Os atletas relacionados foram exemplares e suaram sangue pra conseguir a vitória.

Dia 18: Troca de treinador para coordenador de futebol. Não estava nos planos, mas vamos para mais um desafio. Aceitei 

Dia 20: Completamente esquecido em um canto do estádio Leônidas da Silva

Dia 22: O esquecimento continuava 

Dia 24: Aniversário do meu filho e a demissão por Whatsapp no meio da festa e um encontro marcado para terça-feira no clube. Dia 27 estarei lá com certeza

DETALHE

Quando me reuni e fui contratado, deixei claro que 2ª feira e 4ª feira daria aula no colégio que trabalho há 37 anos e quem comandaria os treinamentos segundas seria o preparador ou auxiliar técnico, as quartas eu iria direto para os jogos. Na quinta à noite, bati com o carro em um buraco, cheguei em casa quase meia-noite, comuniquei ao meu supervisor e no grupo da C.T (comissão técnica) que na sexta não poderia comparecer em virtude do ocorrido e não obtive nem uma resposta ou pergunta se eu estava bem."

Assim foi a saída de quem nunca entrou", concluiu a nota de Paulo Veltri.

O Bonsucesso estreia na próxima quarta-feira na Taça Corcovado contra o Nova Cidade, às 15h, no Estádio Joaquim Flores.

26/10/2020

PREPARADOR FÍSICO ELOGIA ELENCO NA CHEGADA AO BONSUCESSO: "SURPREENDERAM POSITIVAMENTE"

Nova comissão técnica do Bonsucesso
Foto: Reprodução

O Bonsucesso completou nesta segunda-feira uma semana de trabalho sob o comando do novo treinador Rogério Pina. A estreia da equipe na Taça Corcovado acontece na próxima quarta-feira, contra o Nova Cidade, às 15h, no Estádio Joaquim Flores. 

O futebol do clube que está sob a nova gestão da "Família Sena" contratou alguns reforços ao longo dos últimos dias e espera regularizar o atacante Marlon, de 30 anos, até amanhã, para que ele esteja à disposição.

Na nova comissão técnica de Rogério Pina está o preparador físico Wagner Silva. Formado em Educação Física com pós-graduação e mestrado em Fisiologia do Exercício e doutorado em Fisiologia pela UFRJ, ele começou a carreira como fisiologista do Artsul, em 2009, e acumula passagens pelo Volta Redonda (2011) e Nova Iguaçu (2012) antes de voltar ao Artsul no ano passado.

O Blog Fanáticos pelo Cesso conversou com exclusividade com o profissional que detalhou o nível físico do elenco às vésperas do 2º turno:

"Na nossa chegada ao clube, realizamos avaliação da composição corporal para analisar o percentual de gordura e um teste de velocidade para avaliação de desempenho. No teste de velocidade é possível identificar parâmetros importantes como velocidade máxima e o índice de fadiga. Não achei necessário o teste de consumo de oxigênio já que não temos muito tempo até a estreia da competição. De modo geral, os resultados me surpreenderam positivamente. É claro, temos atletas que estão chegando agora, o que faz que tenhamos jogadores em estágios diferentes na preparação. Mas, tenho certeza que com o trabalho diário conseguiremos melhorar essa condição", disse Wagner Silva.

Confira outros pontos da entrevista com o preparador físico Wagner Silva:

FANÁTICOS: Que trabalho está sendo priorizado antes da estreia na Taça Corcovado?

WAGNER: "Estamos dando prioridade aos trabalhos de campo. Como não temos muito tempo para trabalhar, nossas atividades são voltadas para o jogo de quarta-feira. O Rogério, o Daniel Barboza e eu, trabalhamos de forma a integrar todas as demandas exigidas na partida. Não utilizamos atividades que trabalham valências físicas isoladas. Isso facilita muito o trabalho porque otimiza o tempo de preparação."   

FANÁTICOS: O Bonsucesso carece de uma academia própria. Isso é um fator prejudicial na preparação do elenco?

WAGNER: "A ausência da academia dificulta um pouco a preparação. No entanto, temos um tempo reduzido até o início do segundo turno. O treinamento de força carece de um certo período de tempo para adaptação. Nós infelizmente não temos esse tempo. Já sabíamos dessa dificuldade, por esse motivo, estamos adaptando uma rotina de exercícios funcionais, que são realizados em conjunto com as sessões de treinamentos para tentar minimizar a ausência da musculação."  

FANÁTICOS: Você passou alguma cartilha aos atletas para manterem a forma física fora do clube?

WAGNER: "Como temos alguns que estão chegando agora e que estavam em inatividade devido à pandemia, eles perguntam se há a necessidade de trabalho complementar fora do clube. Não acho interessante já que como tivemos uma semana de trabalho muito intensa e teremos jogos sábados e quartas, temos orientado os atletas que priorizem o descanso nas folgas. Além disso, atividades realizadas fora do clube me fariam perder o controle do volume de treinamentos realizados por eles. Nesse momento, com um número reduzido de jogadores, temos que minimizar ao máximo perder qualquer um por lesão."

FANÁTICOS: O gramado do estádio Leônidas da Silva aparentemente não está na melhor condição. Isso também é um fator que te preocupa?

WAGNER: Confesso que imaginei encontrar um gramado pior. No ano passado, pela B1, jogamos em campos que apresentavam condições piores. Claro que quanto melhor a condição do gramado, melhor o desenvolvimento do nosso trabalho"

FANÁTICOS: São muitos jogadores que possuem uma jornada dupla no elenco do Bonsucesso, ou seja, coincidem com outras atribuições fora do clube? Isso preocupa a comissão técnica em uma competição tão disputada como a Série B1?

WAGNER: "Essa é uma questão extremamente delicada. Com rotinas de treinos cada vez mais intensas, onde os atletas são levados ao máximo de desempenho, em um mundo ideal, eles deveriam usar o período de folga para descansar, no entanto, vivemos em um mundo real, onde todos temos dificuldades, e que pessoas dependem de nós. O atleta não é diferente. Jogadores passaram por muitas dificuldades, o que está sendo resolvido agora com a chegada do Lorran (Sena) e o José (Sena). O que a comissão técnica tem feito é tentar equalizar a carga de trabalho, dar tranquilidade aos atletas, para que não percamos ninguém por lesão" 

O Bonsucesso é o 13º colocado no geral com seis pontos e está a nove da zona de classificação para às semifinais do Carioca. No Grupo B da Taça Corcovado, o Rubro-Anil encara os adversários do outro grupo. Se for campeão, garante vaga para a fase decisiva do Estadual.




PARTE IV: LEÔNIDAS DA SILVA, O DIAMANTE NEGRO DO BONSUCESSO

O Blog Fanáticos pelo Cesso não poderia deixar a memória de Leônidas da Silva esquecida. O ex-jogador que dá nome ao estádio na Teixeira de Castro tem uma das melhores médias de gols do futebol mundial na história. Pela Seleção, ele disputou 37 jogos (19 oficiais e 18 não oficiais), com 37 gols (21 em jogos oficiais e 16 em não oficiais). Na Copa do Mundo de 1938, o Diamante Negro fez oito gols em cinco partidas. 

Oberdan Catani, ex-goleiro do Palmeiras, que por muitas vezes enfrentou Leônidas da Silva, foi categórico ao compará-lo com o 'Rei': "Era maior que Pelé". Leônidas tinha média de gols superior a de Pelé com a Seleção Brasileira. O ex-jogador do Bonsucesso marcava um por jogo contra 0,83 de Pelé.

Confira a última parte do documentário da Tv Cultura sobre a vida de Leônidas da Silva. 

25/10/2020

PARTE III: LEÔNIDAS DA SILVA, O DIAMANTE NEGRO DO BONSUCESSO


O Blog Fanáticos pelo Cesso abre espaço para contar a história do maior ídolo do clube: Leônidas da Silva. Após passagens por Botafogo e Flamengo, ele chegou ao São Paulo em 1942. Foi pentacampeão paulista pelo Tricolor, somando 144 gols em 211 jogos. Em 1951, após a aposentadoria, virou dirigente do clube antes de assumir o desafio de ser comentarista. Com o microfone nas mãos, ele não decepcionou. Foi ganhador de sete troféus Roquette Pinto. Confira a terceira parte do documentário do Diamante Negro na Tv Cultura para o programa "Grandes Momentos do Esporte".   

24/10/2020

CESSO NEGOCIA COM A CARIOCA PARA SER A NOVA FORNECEDORA DE MATERIAL ESPORTIVO NA B1

O Bonsucesso jogou com uniforme pontual da Carioca diante do Angra dos Reis
Foto: Divulgação/Angra dos Reis

O jogo contra o Angra dos Reis foi apenas uma mostra que a Carioca Sport pode permanecer no Bonsucesso. A atual administração do clube negocia com a fornecedora de material esportivo para que a parceria seja estendida até o final da Série B1 com uniformes de treino e viagens também.

Como as camisas anteriores tinham a logomarca da H Carvalho, empresa que abandonou o Bonsucesso com atrasos salariais, o técnico Paulo Veltri foi responsável por agir rápido para conseguir novos uniformes para a última rodada da Taça Santos Dumont. 

Veltri entrou em contato com Flávio Almeida, ilustre torcedor rubro-anil que doou os uniformes após contato com o amigo pessoal, Jorge Bortolo, dono da Carioca Sport. 

"Foi uma doação que fiz junto ao Jorge (Bortolo), dona da Carioca Sport, para ajudar ao Paulo Veltri, que é meu amigo e assumiu o time. Há 30 anos, eu já havia ajudado o Bonsucesso com material também.  Desta vez, ajudei o Paulo Veltri. Mas, a diretoria atual não merece nem um par de meias", disse Flávio Almeida criticando o presidente do Bonsucesso, Ary Amâncio.

A empresa surgiu em Castelo, no interior do Espírito Santo e acabou falindo em 2002, sendo reaberta apenas em 2017. Cunhado de Fumachu, ex-jogador do Vasco, Bortolo inaugurou a Carioca Sport em 1980 para fabricar as camisas do Castelo FC. Aos poucos, o negócio foi crescendo. A empresa chegou a contar com 160 funcionários e filiais em diversas cidades pelo Brasil como Brasília, São Paulo, Cariacica, Vitória, Rio de Janeiro, Juiz de Fora, Campos e Campo Grande.

Na década de 90, a fornecedora de material esportivo  era sensação e chegou a patrocinar mais de 100 clubes espalhados pelo Brasil. A Carioca Sport foi responsável por introduzir a tecnologia de tinta para o tecido sintético com uso de calor. A concorrência, porém, aumentou e nomes como a Nike, Umbro e Adidas cresceram.

Atualmente, a Carioca Sport situa-se no Centro do Rio de Janeiro, em uma pequena loja na Rua Uruguaiana, 145. A empresa fabrica uniformes para clubes amadores, categorias de base e outros esportes. Em entrevista, o dono da Carioca Sport, Jorge Bortolo, acredita em uma volta por cima pela nostalgia da marca: "Acho sensacional que, depois de tantos anos, ainda haja esse interesse. Times como América, Madureira, Volta Redonda, São Cristóvão e Americano nos deram muita projeção nacional", disse ao site Verminosos do Futebol no início de 2019.

A camisa do Bonsucesso com o escudo bordado custa R$120,00. Abaixo o contato da Carioca Sport:

Fones: (21) 2283.3159 - (21) 99995.3526 (Whatsapp)
E-mail: cariocasport@cariocasport.com.br 

A Carioca foi patrocinadora de diversos clubes de menor investimento no Rio
Foto: Reprodução

PARTE II: LEÔNIDAS DA SILVA, O DIAMANTE NEGRO DO BONSUCESSO


 O Blog Fanáticos pelo Cesso abre espaço para relembrar a trajetória do maior ídolo da história do clube. Leônidas da Silva defendeu o Leão da Leopoldina por duas temporadas antes da transferência para o Peñarol, do Uruguai. Na Copa do Mundo de 1938, o Brasil terminou na 3ª posição, mas o Diamante Negro foi o artilheiro da competição com oito gols. Confira a segunda parte do documentário da Tv Cultura sobre o ex-jogador para o programa 'Grandes Momentos do Esporte'

23/10/2020

ROGÉRIO PINA CONVERSA COM EXCLUSIVIDADE COM O FANÁTICOS PELO CESSO: "MEU MAIOR DESAFIO"

Rogério Pina realizou um dos cursos da CBF Academy
Foto: Divulgação

O técnico Rogério Pina foi anunciado no último domingo pelo Bonsucesso e tem a dura missão de dar a volta por cima junto ao elenco reformulado na Taça Corcovado após a campanha conturbada na Taça Santos Dumont.

Pina iniciou o trabalho com o elenco na última segunda-feira. Ele chegou acompanhado do auxiliar-técnico Daniel Barboza, o preparador físico Wagner Silva e o preparador de goleiros, Ghandi Bidart.

A uma semana da estreia contra o Nova Cidade, Rogério Pina foi contratado com a credencial de ter levado o Artsul às semifinais do 2º turno da Série B1 em 2019 após um aproveitamento irregular no início da competição.

Rogério Pina concedeu entrevista exclusiva ao Blog Fanáticos pelo Cesso e se mostrou preparado para o desafio no Rubro-Anil que completou 107 anos no último dia 12 de outubro.

"Eu me considero um cara movido a desafios. Pra mim é um prazer ter esse desafio em um clube centenário como o Bonsucesso, que fez 107 anos recentemente. Espero ajudar nesse momento difícil que está vivendo", afirmou.

O novo treinador afirmou que na reunião para definir o acerto com o Bonsucesso recebeu a palavra da "Família Sena", que o clube terá uma estrutura adequada para o trabalho, diferentemente da situação alarmante que vivia o departamento de futebol nas mãos dos antigos gestores.

"As promessas foram de tentar me dar o máximo de qualidade possível nesse período. Tentaremos trazer alguns atletas mesmo ciente do momento difícil. O Lorran (Sena) pegou a gestão do clube, que atravessa algumas dificuldades, e estamos tentado nos unir diante dos propósitos que ele tem colocado para que possamos fazer uma boa Taça Corcovado, colocando o Bonsucesso no seu devido lugar", projetou. 

Confira outras partes da entrevista com o Rogério Pina: 

FANÁTICOS: Você espera trabalhar com um plantel de quantos jogadores? Tem alguma prioridade por posição para reforçar o time na B1?

ROGÉRIO: Difícil falar sobre número de jogadores. Têm alguns jogadores que permaneceram no clube. São atletas de qualidade e estamos tentando contratar outros pontuais. Teremos 35 dias de trabalho para buscar a classificação às semifinais e estender mais a nossa permanência. O momento do mercado não é bom. Muitos jogadores estão empregados, mas estamos tentando trazer alguns reforços importantes. Assim, teremos um time competitivo na Taça Corcovado."

FANÁTICOS: O que esperar do trabalho com o Paulo Veltri, que permaneceu no cargo de coordenador? Como foi seu contato com ele?

ROGÉRIO: Ainda não tive o prazer de encontrar o Paulo. Não batemos um papo, mas não haverá problema nenhum (relacionamento). Acredito que todos nós estamos ali para somar em prol de um Bonsucesso forte e competitivo. Essa é a ideia de todos."

FANÁTICOS: Quem compõe sua comissão técnica? E qual a sua forma de trabalhar junto aos jogadores? Tem direito a 'rachão' no dia que antecede os jogos ou a véspera é para treinar fundamentos?

ROGÉRIO: Chegam comigo o Wagner Silva, preparador físico, o auxiliar-técnico, Daniel Barbosa e o preparador de goleiros, Ghandi (Bidart). Eu não sou muito adepto ao rachão às vésperas dos jogos. Prefiro nos dias de pré-jogo preparar algumas coisas importantes e focar na partida. Minha forma de trabalhar com os jogadores é leve, porém, buscando um time agressivo, intenso e buscando o resultado o tempo todo. Mas, será preciso entender que em determinados momentos, se for necessário, teremos que recuar e estar concentrados. Os jogadores tem aderido bem a minha metodologia de trabalho e estamos conseguindo fazer bons treinos. Os meninos têm entendido bem."

FANÁTICOS: A antiga comissão técnica criticou muito a falta de estrutura para trabalhar. Hoje, o cenário é favorável a uma boa campanha na Taça Corcovado?

ROGÉRIO: É muito difícil pra mim falar do passado e da última comissão técnica. Eles são competentes, amigos da bola. Não sei realmente o que viveram. O que posso dizer é sobre o presente. O Lorran (Sena) e o José Sena estão tentando oferecer o melhor pra mim. Estamos trabalhando dia a dia buscando melhorar para tornar o time competitivo pelo título da Taça Corcovado. O que temos nesse momento é pouco, mas satisfatório. Eles estão dando o suporte." 

FANÁTICOS: Acredita que é possível chegar às finais? 

ROGÉRIO: Se eu não acreditasse não teria vindo. Sou um vencedor. Por onde eu passei tive êxito no trabalho. Acredito na comissão técnica e em nossas convicções. No futebol não podemos cravar nada, mas aposto no trabalho. Chegar na final ou não, cada jogo é uma história. Vamos vivendo isso dia a dia. Estamos fazendo o melhor e temos tudo para encarar os adversários de frente." 

FANÁTICOS:  O Bonsucesso é seu maior desafio?

ROGÉRIO: Sempre considero o próximo desafio como o maior. Nesse momento, o Bonsucesso é meu maior desafio. Estou focado naquilo que temos feito e que iremos buscar nesse segundo turno. Existe um respeito grande por essa instituição centenária e sua história. Estou certo que vamos fazer de tudo para termos os resultados projetados. Espero que dê certo e que possamos trazer um pouco de alegria para essa torcida fervorosa do Bonsucesso. Gostaríamos de contar com eles nas arquibancadas, mas não será possível infelizmente devido à pandemia. Enfrentei o Bonsucesso anos atrás e sei que era difícil encará-los na Teixeira de Castro. Peço a todos que estejam na torcida porque estamos de coração aberto para colocar o clube no seu lugar."

22/10/2020

PARTE I: LEÔNIDAS DA SILVA, O DIAMANTE NEGRO DO BONSUCESSO

 


O Blog Fanáticos pelo Cesso abre espaço para relembrar a história do maior ídolo do clube. Leônidas da Silva faleceu há 16 anos, mas sua história ficou marcada no futebol mundial. Carioca, o jogador começou a carreira no infantil do São Cristóvão em 1923 e em 1929, se transferiu para o Sírio Libanês FC. Foi no mesmo ano que ele foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira. A chegada ao Bonsucesso aconteceu somente em 1931. Confira o documentário da Tv Cultura sobre o 'Diamante Negro' para o programa 'Grandes Momentos do Esporte'

21/10/2020

BONSUCESSO TEM CORTE DE ENERGIA ELÉTRICA POR INADIMPLEMENTO

Foto: Divulgação

O Bonsucesso continua passando por apuros durante a pandemia. A luz foi cortada nesta terça-feira pela concessionária de energia elétrica. Em contato, a assessoria de imprensa da Light confirmou a informação trazida inicialmente pelo site Nosso Esporte. Segundo informações, o atraso no pagamento das contas acomete o clube desde meados de março e o valor total ultrapassa a casa dos R$20 mil.

Atualmente, o estádio Leônidas da Silva está aberto somente para os treinos da equipe durante a Série B1 do Campeonato Carioca. A sede social segue fechada para os sócios. No início do mês, um funcionário informou que a diretoria estava se esforçando para reabrir a piscina, mas até o momento, o parque aquático ainda não passou por manutenção. A diretoria tem ciência dos problemas enfrentados e tentará o parcelamento da dívida para a religação da energia elétrica o quanto antes. 

O Bonsucesso só volta a campo dia 28, contra o Nova Cidade, em local ainda a ser definido pela FERJ. O novo técnico Rogério Pina já iniciou os trabalhos e aguarda a chegada de reforços. Cabe ressaltar que o estádio não possui torres de iluminação há décadas e sofre com outros problemas estruturais (sem laudos técnicos) que impedem a possibilidade de jogar em casa. A última partida no Leônidas da Silva ocorreu em 1º de outubro de 2014, 3 a 1 para o Resende, pela Copa Rio.


Piscina apresenta coloração verde e ainda não tem previsão de retomada das atividades
Foto: Reprodução


20/10/2020

PAULO VELTRI SERÁ COORDENADOR DE FUTEBOL NO BONSUCESSO

Foto: Arquivo Pessoal

Paulo Veltri permanece no Bonsucesso. Após uma reunião nesta terça-feira pela manhã com os novos gestores do futebol do clube, o ex-treinador aceitou o desafio para assumir o cargo de coordenador de futebol até o final da Série B1 do Carioca. 

Surpreendentemente, José Sena e Lorran Sena, novos gestores do Bonsucesso, anunciaram no último domingo o acordo com Rogério Pina para ser o novo técnico a partir da Taça Corcovado.

Veltri foi contratado na última semana para comandar a equipe já sob protestos dos jogadores pela falta de pagamento por parte da antiga gestão (H Carvalho). Ele esteve na Bariri no fatídico W.O e comandou o time na derrota para o Angra dos Reis por 2 a 1, na última rodada da Taça Santos Dumont (no banco de reservas, o treinador contou com apenas cinco jogadores - um goleiro, três volantes e outro atleta machucado).

Paulo Veltri já trabalhou nas divisões de base do Bonsucesso e exerceu outras funções no futebol. Atualmente, ele é coordenador da Vila Olímpica de Belford Roxo e diretor da Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro. O profissional irá conciliar as responsabilidades. 

“Função (coordenador) que já exerci no Fluminense e Vasco. Já trabalhei em todos os cargos. Não é novidade. Gostei do trabalho. Percebo que todos os jogadores estão motivados. Serão 10 dias de preparação. A Série B é diferenciada, mas estou animado para que possamos reverter essa situação que convivemos no primeiro turno”, disse Veltri ao Fanáticos pelo Cesso.

Rogério Pina já iniciou a preparação para o jogo com o Nova Cidade, dia 28, fora de casa. O novo técnico aguarda a chegada de reforços durante a semana. Paulo Veltri dará início a função de coordenador a partir da próxima quinta-feira.

19/10/2020

ROGÉRIO PINA É O NOVO TREINADOR DO BONSUCESSO


Rogério Pina posa com a camisa do Bonsucesso ao lado dos novos gestores
Foto: Arquivo Pessoal

Rogério Pina é o novo treinador do Bonsucesso. O acordo foi sacramentado na noite deste domingo com os novos gestores do clube e com o aval de Marcelo Salgado, 'homem forte' do futebol. Ele irá substituir Paulo Veltri, que ficou à frente da equipe apenas na derrota para o Angra dos Reis por 2 a 1 já que o time havia perdido anteriormente por W.O para o Artsul. 

Paulo Veltri, que foi contratado já pela nova gestão, terá uma reunião nesta terça-feira na Teixeira de Castro para avaliar a continuidade do trabalho no Bonsucesso como supervisor ou gerente de futebol.

Aos 47 anos, Rogério Pina tem experiência em divisões de base do Volta Redonda e Nova Iguaçu além de times profissionais como o Artsul, na Série B1, em 2019. Ele já inicia o novo trabalho no clube nos próximos dias. O Bonsucesso também mantém contato com alguns jogadores e deve apresentar novos reforços durante a semana. Um dos alvos é o atacante Jackson, que defendeu o Rubro-Anil no início da competição esse ano, mas se transferiu para a Grécia. Com problemas na Europa, o atleta pode novamente reforçar o time no Estadual. 

DIRETORIA ARCA DESPESAS DO JOGO COM O ARTSUL APÓS 'SUMIÇO' DO ANTIGO GESTOR

Se já não bastasse o W.O no jogo com o Artsul, pela penúltima rodada da Taça Santos Dumont, o borderô da partida que seria realizada na Bariri, casa do Olaria, aponta para algo ainda mais triste. O antigo gestor não pagou as despesas. De acordo com o boletim financeiro, como mandante, o Rubro-Anil deveria efetuar o pagamento de R$2.520,00. Ciente das obrigações, a diretoria quitou as despesas no dia seguinte (15), às 17h03, evitando novas sanções na Série B1 (confira abaixo o balancete e o comprovante). 

 
O documento apresentava a assinatura da supervisora da FERJ, Michelle Bernardo e do representante do Artsul, Alan Pachoal. O espaço destinado ao Bonsucesso para a rubrica de  Marcelo Mariano estava em branco. Em contato, Mariano informou que deixou o cargo de supervisor do clube no dia 11, portanto, o nome dele não deveria constar no documento. 

O árbitro Rodrigo Souza Soares relatou na súmula que "a partida não foi realizada, pois a equipe do Bonsucesso FC. não compareceu ao campo de jogo. A equipe do Artsul e a equipe de arbitragem realizaram todos os procedimentos para o início de partida, e foi respeitado o tempo conforme consta no regulamento da competição", escreveu lembrando ainda que a taxa de arbitragem não foi paga pelo Bonsucesso. 

O Artsul entrou em campo às 09h56. A partida estava marcada para às 10h. O Bonsucesso volta a campo dia 28, contra o Nova Cidade, pela estreia da Taça Corcovado, o segundo turno da Série B1 do Campeonato Carioca. 

18/10/2020

JOGADORES SE DESPEDEM E ACUSAM GESTOR: "CULPA DESSE CARA QUE SE DIZ INVESTIDOR"

Atacante se despede do Bonsucesso com críticas ao antigo gestor
Foto: Bonsucesso/Divulgação

O Bonsucesso encerrou a participação na Taça Santos Dumont com uma derrota para o Angra dos Reis por 2 a 1, no Jair Toscano, e evitou uma possibilidade de rebaixamento em caso de reincidência de W.O na última rodada do turno da Série B1 do Campeonato Carioca. 

O atacante Vinicius Carvalho foi um dos 22 jogadores que pediu rescisão depois do não cumprimento do acordo pelo pagamento dos salários após mais de 45 dias de trabalho. Através das redes sociais, o jogador descreveu o cenário tenebroso que o Bonsucesso esteve nas mãos do empresário Bruno de Almeida, responsável pela H Carvalho, então gestor do futebol do clube.

"Venho comunicar a minha saída do @timebonsucesso. Um dos melhores elencos da competição, foi destruído por uma empresa chamado @h.carvalhoconsultoriaoficial @h.carvalhoproducoes.oficial, que enganou mais de 30 homens pais de famílias que buscam o seu sustento. Eu quero agradecer todos funcionários do clube, em especial a Tia Solange que sempre nos ajudou e também agradeço a toda comissão técnica. E, se não fosse esse Bruno Almeida que diz ser investidor, o nosso time tinha tudo pra ir longe no campeonato. Sigo minha caminhada de cabeça erguida e de novos desafios. Meus sonhos apenas são criados com a missão de se transformar em realidade."

O experiente goleiro Léo Flores, de 41 anos, foi outro jogador do Bonsucesso a se despedir do clube:

"Venho aqui nesse meio de comunicação falar que não faço mais parte do @timebonsucesso. Sempre que entrei em campo deixei meu sangue e o meu máximo independente de todos os problemas. Quero agradecer todos os funcionários do clube e em especial a tia Solange que fez tudo por nós sempre. Mesmo não tendo condições ela dava um jeito. Quero agradecer a toda a comissão por tudo e afirmo que esse grupo foi um dos melhores que já trabalhei dentro e fora de campo. Tínhamos tudo pra dar certo, mas infelizmente o trabalhador precisa receber o que é seu de direito e tudo isso que estamos passando é culpa desse cara que se diz investidor, deu volta no Madureira, Macaé, Volta Redonda, Bangu e agora no Bonsucesso, um dos maiores pilantras que eu tive o desprazer de conhecer no futebol. Ninguém trabalha de graça, todos temos famílias pra sustentar e infelizmente essas pessoas ainda conseguem entrar nos clubes. Vida que segue e já já estamos em outro lugar. Aguardem que o coroa aqui ainda tem muita lenha pra queimar rsrs. Que Deus abençoe a todos e que todos tenham um bom dia ⚽💗😢🙅💣. Tirei a marcação porque meu irmão advogado me instruí sempre sobre isso", disse.

Além dos jogadores, toda a comissão técnica também deixou o Bonsucesso com inúmeras reclamações a estrutura cedida para treinamentos e a falta de pagamentos. Todos, porém, terão que recorrer à justiça já que a H Carvalho simplesmente não honrou com os compromissos assumidos na gestão.

Para o jogo com o Angra dos Reis, o novo gestor, Lorran Sena, chegou a acordo com alguns dos jogadores para que eles pudessem entrar em campo para ajudar o clube a concluir a Taça Santos Dumont sem um novo W.O. Oito jogadores foram inscritos no prazo limite e o técnico Paulo Veltri contou com 16 atletas na última rodada. O atacante Marlon, de 25 anos, ex-Cascavel e Barcelona-RJ, aguarda a taxa de registro e a documentação de transferência para ser regularizado e ficar à disposição para o próximo jogo, dia 28, quarta-feira, contra o Nova Cidade, no Joaquim Flores, às 15h, pela Taça Corcovado. 

O Bonsucesso terminou em 6º na Taça Santos Dumont com seis pontos e é apenas o 13º colocado entre 17 clubes na classificação geral da Série B1.