08/06/2026

DEU A LÓGICA. RUBENS LOPES É REELEITO PRESIDENTE DA FERJ


Rubens Lopes é eleito mais uma vez para a presidência da FERJ
Foto: Divulgação/FERJ

Sem adversários e com apoio unânime, Rubens Lopes foi reeleito presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Rubinho irá para seu sétimo mandato na entidade. Está no poder desde 2007 em substituição a Eduardo Viana, o Caixa D´Água. Durante a eleição nesta segunda-feira, ele recebeu os 91 votos possíveis. 

Assim, a chapa 'Pelo Futuro Futebol do Rio' segue à frente da FERJ até 2031. Rubens Lopes irá superar o período que seu antecessor permaneceu no órgão esportivo. Eduardo Viana comandou a entidade por incríveis 22 anos ininterruptos.

Assim como o Bonsucesso, os quatro grandes clubes do Rio também enviaram representantes para a eleição e apoiaram a chapa de Rubinho. O presidente do associativo do Botafogo, João Paulo Magalhães; o vice-presidente de Relações Externas do Flamengo, Carlos Peixoto; o coordenador administrativo do Fluminense, Marcelo Penha; e a gerente jurídica do Vasco, Bianca Morais Reis, marcaram presença na sede.

Rubinho contou com o apoio de todos os clubes da Série A confirmados na edição de 2027 do Carioca. Além do mais, também teve o 'sim' das equipes da Série A2, 10 da Série B1, 7 da Série B2, 14 Clubes da Série C, 41 Ligas Municipais e 23 clubes amadores da capital.

A chapa de Rubens Lopes conta com os vice-presidentes eleitos: Geraldo Monerat, Plínio Clóvis, Rita Trindade, Leo Ferraz , Guto Seabra, Marcio Duba, Sávio Franco e Marcelo Vianna.

A FERJ contratou a empresa Eleja, que já participou de demais eleições e assembleias em outras entidades e clubes - como CBF, Botafogo, Flamengo, Vasco, Corinthians, Cruzeiro e Internacional - para realizar o pleito com urnas eletrônicas e também voto à distância.

Após a eleição, Rubens Lopes comentou sobre os desafios para o próximo Estadual e aproveitou para alfinetar a FIFA:

"Temos que enfrentar essa dificuldade, encontrar algum caminho que possa minimizar a situação. O calendário é um problema muito sério, cada vez mais se colocam competições disso e daquilo. Só temos 365 dias, menos 30 de férias, menos sei lá quantos que a Fifa resolve interditar para fazer a sua competição internacional. O ideal era se fizéssemos o campeonato em Marte, porque tem 700 dias. Daria para ter todas as competições que estão inserindo. Mas isso não é motivo para desânimo. Garanto que vamos encontrar alguma solução. Ano que vem é simbólico e preocupante em duas extremidades. Temos um clube que é tricampeão, vai lutar pelo tetra inédito. Vai ter grande interesse nisso. Do outro temos todas as outras forças tentando impedir que aconteça. Acho que é uma motivação", disse. 

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