O Bonsucesso convocou Assembleia Geral neste sábado, dia 24, para apresentação de uma proposta formal pela compra da SAF do clube. A primeira chamada da reunião será às 9h30 e a segunda, às 10h. Os valores são tratados em sigilo até o encontro na sede do clube nesse fim de semana. Os interessados irão expor o projeto após os conselheiros aprovarem em dezembro a atualização no estatuto, permitindo a implementação do novo modelo de negócios no futebol.
As conversas para a venda do Bonsucesso ocorrem antes mesmo do fim da Série B1, que culminou com o retorno à Segunda Divisão em 2026. O planejamento para essa temporada está em 'compasso de espera' e aguarda uma definição sobre a SAF no Rubro-Anil. Caso haja aprovação, o Cesso entra no hall de 'clube-empresa' assim como outros times cariocas como Vasco, Botafogo, Boavista, Zinzane, Olaria e Nova Iguaçu.
No primeiro encontro no salão nobre, o departamento jurídico expôs alguns pontos sobre a diferença de atuação do Bonsuça, caso haja uma efetivação do futebol em uma sociedade anônima. Um dos grandes pontos em questão dos sócios era a interferência no espaço associativo por parte dos 'novos donos' vide que o clube tem como carro-chefe justamente a modalidade esportiva.
Um dos indicativos da mudança de gestão em breve é o perfil criado pelo Bonsucesso dedicado tão somente ao social. Em 8 de janeiro, o clube deu o 'start' no ano anunciando inúmeras atividades na Teixeira de Castro, englobando dança de salão, jiu jitsu, ginástica rítmica, ballet para crianças além da tradicional natação e hidroginástica na parque aquático e escolinha de futebol no gramado sagrado do Leônidas da Silva.
A matrícula para sócio contribuinte em 2026 custa R$50. Já a mensalidade sai por R$60, sendo dependentes no valor de R$30. A carteirinha custa R$10 e o exame médico R$50 para uso da piscina.

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